Friday, October 14, 2011

Líbia: Instabilidade mundial, responsabilidades penais e III guerra mundial

ÚLTIMA HORA: Mortes incalculáveis em Sirte/Líbia, caça ao homem (negro), uso indiscriminado de drones, helicópteros e mísseis em todos os lados. Destruiu-se a cidade de Sirte para vencer uma batalha - a guerrilha e a resistência VERDE continuam. Se as acções dos Rebeldes do CNT ajudados pela OTAN não constituem um "Crime Contra Humanidade", podemos concluir que não existem mais crimes nesta terra. São várias as lições desta guerra, uma delas resta para nós, angolanos, africanos, povos em vias de desenvolvimento: QUEM QUER A PAZ PREPARE-SE PARA GUERRA. Entre, no fim das contas, vale o equilíbrio de terror.

ANGOLA HOJE. O cenário actual nos impõe a necessidade da construção de um país forte, de um país disciplinado e organizado, unido entorno a objectivos claros e partilhados: bem estar das populações e crescimento sustentável sem perder de olhos as nossa segurança económica, alimentar e militar. O mundo post-guerra fria, unipolar, é dos piores lugares para viver. Observando o que acontece em várias zonas podemos afirma que nos encontramos em plena floresta, no que se refere ao respeito das leis internacionais, aonde reina o direito da força, a lei do mais forte. Quem pode, faz o que quer. Cfr: Iraque, Afeganistam, Paquistam, Sudão, RDC, Somália, Líbia, Tunísia, Egipto, PALESTINA, etc. Países nos quais reina o caos. Tudo é controlado, tudo é programado, não aceitem nas teorias dos "acasos".

MÃOS SUJAS. Sarkozy & CO em pouco tempo organizam em África duas guerras e por incrível que pareça, em todo o continente africano não temos nenhum país capaz de dizer basta as incursões homicidas europeias. Nem mesmo a solidariedade africana e internacional existe ainda, para não citar o eloquente silêncio da organizações dos direitos humanos. As mãos de Sarkozy, Cameron, Obama & CO estão cheias de sangue dos civis inocentes que morreram em toda a Líbia. Nos dois países (Costa do Marfim e Líbia) as mortes continuam, porque os governos impostos com a força das armas não resolvem problemas que necessitam de diálogo e política desinteressada, senão no bem estar do povo de referência. Quem pode levar o Sr. Sarkozy diante de um juiz do Tribunal Penal Internacional?

UM MUNDO TRISTE E PERDIDO. Morrem milhares de civis em bombardeamentos indiscriminados em cidades e/o centros altamente habitados e nenhuma organização internacional diz nada. Nem mesmo os famosos defensores dos direitos humanos exprimiram o mínimo da perplexidade. O mundo actual, recto segundo a pax americana em debandada, recto segundo a PAZ DE BARACK HUSSEIM OBAMA, homem que todos esperavam ser o agente da mudança do nosso século, este mundo corre verso o abismo. Tarde ou cedo alguém usará a bomba suja, e se acontecer será o caos.

III GUERRA MUNDIAL. A minha tristeza não tem limites, e me sinto fraco, como fraco sou, débil, como são os países desorganizados que como ovelhas esperam a própria vez, na ordem de destruição. Para as multinacionais é fácil começar uma guerra em qualquer país do mundo, basta armar os descontentados, usar as organizações dos direitos humanos para sujar os regimes no poder, manipolar a informação das grandes redes internacionais e tudo é feito. Cfr. Líbia, agora Síria - entrando numa guerra civil, mais além o Irão, o próxima da lista. O que dizer? "Não sei como será a terceira guerra mundial, mas sei como será a quarta: com pedras e paus. " ( Albert Einstein )

Nos próximos dias veremos crescer a escalation contra o Irão, e ninguém dirá nada. Estamos entregues a bicharada, e neste ritmo podemos crer que tempos terríveis chegarão se quem pode nada fizer. Cada um faça o que pode, porque fazer o que podemos é fazer o que devemos. Informar, participar nas mobilizações internacionais (Ex. 15 de Outubro), re-compactar o Movimento dos países não alinhados, repensar a União Africana, a SADEC, etc. E' tempo de agir, basta com as argumentações sem fim.

=> O MUNDO ACTUAL: “Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força”.. . Acorda!

Francis/PAC

Libia - savalutazione del dollaro, debito pubblico guerra in libia (1) Libia - savalutazione del dollaro, debito pubblico guerra in libia (2)

 Libia - savalutazione del dollaro, debito pubblico guerra in libia (8) LIBYA-CONFLICT LIBYA/KILLINGS LIBYA/KILLINGS Libia - savalutazione del dollaro, debito pubblico guerra in libia (3)

Libia - savalutazione del dollaro, debito pubblico guerra in libia (9)

Thursday, October 13, 2011

The Millennium Villages Project is working well - How achive the development goals in rural Africa?

The project is not throwing 'gazillions' of dollars at poverty, and evaluation is based on rigorous measurement, detailed comparisons with other sites, and peer-reviewed science

Jeffrey Sachs, right, with George Osborne, inspect maize crops in the village of Ruhiira, Uganda

UK chancellor George Osborne and Jeffrey Sachs inspect maize crops in Ruhiira, Uganda, which is part of the Millennium Villages Project. Photograph: Stuart Price/AFP

The Millennium Villages Project (MVP) is a systematic approach to achieving the millennium development goals in rural Africa. The model is community-led development with simultaneous, integrated, science-based interventions in five main areas: agriculture, education, health, infrastructure (roads, power, water, sanitation, connectivity), and business development. The project's bottom line is to achieve the MDGs in the millennium village sites in ways that are rigorously documented, replicable and scalable.

When we began the project, we knew that randomised trials would not be the appropriate methodology for evaluating it's impact. Our focus was, and is, on designing operational systems across many sectors to achieve the eight MDGs, a task that is far more complex than can be addressed in a standard clinical trial. Systems design in a complex setting is based on local context, learning by doing, community participation, and a high degree of technical innovation – especially using information and communication technology tools. Designing such systems is quite different from testing a new drug or a new bednet, neither of which is the point of the project or its main contribution to achieving the MDGs.

Of course, the MVP is based on rigorous measurement, detailed comparison of the villages with other sites, and peer-reviewed science. It is just not framed as a simple randomised trial among a few "arms" of an experiment. Rather, we document the methods of advancing the MDGs, measure budgetary needs with care, and create a portfolio of online tools for replicability and scalability of the successes. The approach is enormously successful. The millennium villages are making rapid progress towards the MDGs, much faster than in the countries at large, and in a manner that is leading to massive imitation, replication and scaling.

An approach like this is rigorous and adaptive. Course corrections are informed by real-time information on working models – for example, on the design and management of community-based health systems. The questions that the project and the communities have together identified and addressed are about human resources, systems management, information flows, community participation and empowerment, and, of course, results. Our methods are quantitative and peer-reviewed (you can find a full list of scientific publications stemming from the MVP here).

There are very few studies like ours that take as their end point the success of the MDGs in real time and with carefully monitored budgets. That's the bottom line that should be of interest to readers of the Guardian. The questions we hope the informed reader would want to hear answered are: what are the key pathways of progress towards the MDGs, how much do they cost, and how can they be replicated and scaled up?

The inputs and outputs of the project are all carefully measured. The budgetary costs are studied. Contrary to the loose talk of critics, this project is not throwing "gazillions" of dollars at poverty. The project spent $60 on each villager every year between 2006 and 2011 to build the capital of the community. That prompted further contributions from the government itself and in-kind contributions from the community. This is a replicable and scalable budget model, well within the official development assistance amounts donors have long promised. It's nonsense to suggest otherwise, or to change the game now this amount has been shown to work so powerfully.

The systems the Millennium Villages Project are building and working to expand will continue to be improved and upgraded along the way, and we will follow the challenges and successes of our colleagues in the villages for much longer. Our critics are quick to point out how we should be doing this or that better, but they do not offer concrete alternative models for achieving the MDGs. We wish they would. When improved methods of service delivery come along, the project is very keen to take on those lessons and ideas.

We are eager to join forces with others working practically, holistically and successfully to achieve the goals. We are developing new tools, notably tools based on new information and communications technologies, while harnessing cutting-edge advances in agriculture, health and infrastructure systems (for instance, solar power).

We want to hear from others in the same line of activity. If you have interesting and promising results, please get in touch by emailing: mvp@ei.columbia.edu.

Republic of Angola: Kambambe Hydroelectric Dam Fully Operating By 2012

Luanda — Kambambe Hydroelectric Dam, located in Kwanza Norte province, with an installed capacity of 180 megawatts, will start its operation in full from October 2012.

This information was released, Wednesday in Luanda by the administrator of the production area of the National Electricity Company, José Carlos Neves, during the "Informative Morning" programme of the Radio Nacional de Angola (RNA).

The Kambambe Dam, according to the official, is benefiting from rehabilitation and modernization of two units, which is the replacement of major instruments of supervision and control of the venture, which has reduced its production by 50 percent of installed capacity.

He stressed that the project aims to ensure greater operational capability and availability of the dam, whose completion is scheduled for October 2012.

"With full operation of the hydroelectric dam it can be improved the power supply to Luanda and other regions of the country," he said.

Via | Agency | Angop

Republic of Angola Signs Agreement To Use Mine Detecting Dogs - Director Leonardo Severino Sapalo

LUANDA, Oct 13 - Angola's National Institute of Demining (INAD) has signed an agreement with two organisations from the United States and Europe to obtain technical assistance to introduce the use of mine detecting dogs in this country.
The accord was signed by INAD Director Leonardo Severino Sapalo, Perry Franklin, the chairman of Marshall Legacy Institute, a non-profit organisation from the US, and Nermin Hadzimujagic, director of the Mine Detection Dog Centre for Southeast Europe (MDDC), an institution of the Bosnia-Herzegovina government.
The main purpose of the accord is to provide INAD technical assistance for the development of skills of mine detection dogs.
Under the agreement, INAD will build 12 kennels for the Viana demining school here and secure training and accreditation for local trainers of mine detection dogs as part of efforts to speed up demining operations in Angola, one of the most heavily mined countries in the world, a legacy of its 27-year civil war which only ended in 2002.
The MDDC will supply two professional teams of dogs for detection of landmines to work in Angola for two months, under INAD's demining operations while the MLI will operate as programme co-ordinator and help INAD choose a programme manager in the country.
Franklin said the MLI had so far supplied 165 explosive detecting dogs to various countries of the world. The Marshall Legacy Institute is a non-profit organisation which provides resources and training as well as landmine detection dogs to affected countries.
The MDDC in Borci, near Konjic, was founded with help from the international community, and has been active since early 2003 as a response to the increasing needs for enhancement in demining methods in the Eastern Europe region. Its activities have recently spread to other parts of the world as well.

Via | Agency

Memory circuits: Mind-Blowing Sex Causes Amnesia in 54-Year-Old Woman

For one woman, sex was mind-blowing and, literally, totally forgettable, all at the same time.

A case study published in the September issue of the Journal of Emergency Medicine reported that a 54-year old woman experienced memory loss after having sex with her husband. The patient came into the Georgetown University Hospital emergency department, complaining she could not recall anything 24 hours before climaxing.

The authors of the case report, Drs. Kevin Maloy and Jonathan Davis of Georgetown, diagnosed the woman with transient global amnesia, a rare and sudden episode of memory loss. According to experts, the episodes are temporary and unlikely to happen again.

”Transient global amnesia is caused by a scrambling of the memory circuits in the brain, often brought on by physical or emotional triggers,” said Dr.  Carol Lippa, a professor of neurology at Drexel University Medical School. “In post-coital cases, transient global amnesia may be related to changes in blood flow in the vessels that feed the brain’s memory formation areas — sort of a remote consequence of the altered blood flow that occurs during sex.”

Experts say it’s unclear what exactly causes TGA, but it has been found to occur after strenuous physical activity, severe pain or psychological distress.

“TGA can occur after any activity, and I’d imagine that it could occur while someone is playing Ping-Pong, but that wouldn’t be as titillating,” said Shimamura.

About three to five out of 100,000 people experience the condition each year, said the study. Men and women over 50 years old are most likely to experience the peculiar memory loss.

Lippa noted that sex can lead to other adverse effects on a person’s health, including heart attacks and even sudden cardiac death, especially in people who have cardiovascular risk factors.

But before knocking sex, Lippa also mentioned the physical benefits of sexual intercourse.

“Sex may boost immunity, relieve stress, improve sleep, create bonding between couples and it reduces the risk of some types of cancer,” said Lippa. “The good news is that these cases usually resolve in less than a day, and the majority of cases never recur.”        

By Mikaela Conley | ABC News Blogs

Tuesday, October 11, 2011

Republic of Angola: José Eduardo dos Santos Dismisses, Appoints Ambassadors

Luanda - Angolan president, José Eduardo dos Santos, Wednesday in Luanda dismissed 26 extraordinary and plenipotentiary ambassadors serving until now in various countries.

According to a note from the Presidency's Press Office, the list is as follows: Manuel Pedro Pacavira (Italy);

Filipe Felisberto Monimambo (Zimbabwe); Apolinário Jorge Correia (Switzerland); Hermínio Joaquim Escórcio (Algeria); Ana Maria Teles Carreira (UK and Ireland); Lizeth Nawanga Satumbo Pena (Poland); António Fwaminy da Costa Fernandes (Índia); Isaías Jaime Vilinga (Greece); José Guerreiro Alves Primo (Ghana); Pedro Hendrick Vaal Neto (Egypt); António José Condesse de Carvalho (Cuba); Manuel Miguel da Costa Aragão (Argentina); José César Augusto (Cape Verde); João Manuel Bernardo (China); Leovigildo da Costa e Silva (Brazil); Brito António Sozinho (Guinea-Bissau); Domingos Culolo (Swden); João Garcia Bires (Mozambique); Luís José de Almeida (Morocco); Josefina Perpétua Pitra Diakité (USA) Arcanjo Maria do Nascimento (UN Geneva Office and International Organisations); Flávio Saraiva de Carvalho Fonseca (Singapore); Fidedigno Loy de Jesus Figueiredo (Viena-based International Organisations); João Vahekeny (Hungary); Alberto do Carmo Bento Ribeiro (Germany); Jaime Furtado (México).

On the other hand, the head of State appointed 31 extraordinary and plenipotentiary ambassadors to several countries.

They are Manuel Miguel da Costa Aragão (Morocco); Isabel Mercedes da Silva Feijó (Greece); Alberto do Carmo Bento Ribeiro (USA); Josefina Perpétua Pitra Diakité (South Africa); Feliciano António dos Santos (Guinea Bissau); Apolínário Jorge Correia (UN Geneva Offices and International Organisations); Arcanjo Maria do Nascimento (African Union); Fidelino Loy de Jesus Figueiredo (Singapore); Maria de Jesus dos Reis Ferreira (Austria); Lizeth Nawanga Satumbo Pena (Hungary); Flávio Saraiva de Carvalho Fonseca (United Arab Emirates); Alberto Correia Neto (Germany); Agostinho Tavares da Silva Neto (Canada); Leovigildo da Costa e Silva (Mexico); Albino Malungo (South Korea); Josefina Guilhermina Coelho da Cruz (Cape Verde); Brito António Sozinho (Switzerland); João Garcia Bires (China), Nelson Manuel Cosme (Brazil); Balbina Malheiros Dias da Silva (Zâmbia); Ana Maria Teles Carreira (Ghana); Osvaldo dos Santos Varela (Switzerland); Isaías Jaime Vilinga (Mozambique); António Fwaminy da Costa Fernandes (Egypt); Hermínio Joaquim Escórcio (Argentina). Hendrick Vaal Neto (Zimbabwe); Domingos Culolo (Poland); Florêncio Mariano da Conceição de Almeida (Italy); Miguel Gaspar Fernandes (UK and Northern Ireland) and José César Augusto (Cuba).

Xyami | Agency | June 2011

Colonizzazione Italiana: La guerra in Libia del 1911 constitui il primo conflitto "mediatico"

Convegno all'Università di Tor Vergata sulla "copertura mediatica" della conquista italiana della colonia in Africa. Ritrovati nel museo di Porta Pia due filmati inediti. Un modello di comunicazione mai realizzato prima che anticipa lo sforzo propagandistico del regime fascista

Cento anni fa l'Italia dava il via, con la guerra di Libia, ad una delle pagine più controverse della sua storia. Per molto tempo quel conflitto è rimasto sepolto sotto il peso di altri momenti importanti del Novecento, prima fra tutte l'immediatamente successiva Prima guerra mondiale. Eppure quei due anni di campagna coloniale hanno cambiato radicalmente,  e non solo per l'Italia, il modo di fare e di raccontare la guerra. 
Per la prima volta l'innovazione nella tecnologia bellica, che fu enorme,  cedette il passo all'uso propagandistico della stessa. Corazzate, sommergibili, automobili, mezzi cingolati, draken ballon, dirigibili e perfino aerei (che in questo conflitto iniziarono a lanciare bombe), vennero infatti fin da subito affiancati, con l'intento di potenziarne l'effetto, da mezzi e strategie di carattere più strettamente mediale. Ecco dunque arrivare il volantinaggio sul nemico dall'alto (provato solo poche settimane prima nella guerra franco-marocchina), il radiotelegrafo mobile (usato qui per la prima volta in battaglia grazie all'arruolamento di Guglielmo Marconi come ufficiale "in servizio non effettivo"), la prima rete di servizi nazionali di Intelligence (a lungo creduta invece di formazione più tarda), la fotografia giornalistica (che grazie anche alla grande diffusione delle macchina Kodak trovò subito una grande estensione), il pezzo sulla stampa quotidiana (che arrivò a fagocitare insieme a brillantissimi reportage di guerra, anche decine e decine di lettere di soldati dal fronte, facendo emergere, in modo esplosivo, l'esistenza di una scrittura popolare), le canzoni a tema nazionalistico (ora anche veicolate dal nuovo strumento del disco) e soprattutto la presenza costante, sul teatro della guerra, di operatori cinematografici, un fenomeno questo che solo adesso trova un ampio spazio organico all'interno della comunicazione delle notizie belliche.

La colonizzazione della futura terra libica si trasformò, quindi, in un processo di comunicazione a due tappe dall'Oltremare  verso l'Italia e da questa verso il resto del mondo; diventando qualche cosa di più di una semplice avventura coloniale e arrivando a giocare un ruolo fondamentale in quella costruzione del senso di unità nazionale, che tendeva ad avvincersi intorno al tema del grande balzo tecnologico, del nuovo ruolo di protagonista dell'Italia nella scena della modernità.
Vari, com'è noto, furono gli interventi di importanti letterati italiani in lode di questa guerra, dal discorso di Pascoli alle canzoni di d'Annunzio alle prose sulla battaglia di Tripoli del futurista Marinetti, che arrivato come corrispondente del francese "L'Intransigeant", qui, per la prima volta,  vide in un sol luogo mitraglie, aerei, radiotelegrafi, e macchine cinematografiche, elaborando in breve quello che sarà il nucleo poetico dello "Zang Tumb Tumb". E vari furono anche gli interventi polemici o fortemente critici di giornalisti di rilievo come Papini, Prezzolini, Salvemini. Questo conflitto senza precedenti, ha però lasciato, anche al di fuori di sentieri battuti come quelli della grande letteratura, molte tracce di sé, in gran parte ancora inesplorate. Fra queste: fotografie, quotidiani, diari di guerra, lettere, canzoni di guerra e canzoni di protesta, cartoline postali, cine attualità e cine-cartoline, questo ultimo caso unico di cinematografie fatte per conto del Governo ai parenti dei militari rimasti in Italia per essere a essi proiettate nelle zone di guerra. Molte di queste tracce, tra le quali una pellicola ritrovata nel museo dei Bersaglieri di Roma (Porta Pia) e restaurata dalla Cineteca di Stato, verranno presentate nel corso del convegno, con l'idea dare la giusta importanza ad una guerra per troppo tempo dimenticata.
Fra il 28 dicembre 1911 e l'8 marzo 1911, vennero realizzate in tutta Italia, a titolo gratuito numerose riprese ai parenti dei militari in guerra. Esse avevano lo scopo preciso di venire proiettate a stretto giro di posta ai soldati impegnati sul fronte libico. L'iniziativa venne realizzata dalla Casa xinematografica Cines e promossa dal Ministero della Guerra (per volere del generale responsabile delle operazioni Carlo Caneva e probabilmente, dello stesso Giovanni Giolitti)
In quel periodo infatti, anche per la coincidenza con le festività natalizie, le caserme italiane vengono letteralmente subissate di lettere di madri e di familiari che chiedono notizie dei loro cari al fronte. Di questi  ragazzi, in patria, a causa del disordine postale dell'Italia del Primo Novecento e nella latitanza della struttura militare ancora impreparata per questo genere di evenienze, non si sa spesso più niente e che si teme siano morti o dispersi.
La notte del 24 dicembre, un telegramma partito dal Ministero della Guerra e della Regia Marina, informa tutte le famiglie  con congiunti militarizzati in Libia che, entro breve, inzierà una vasta campagna per la raccolta capillare di cinematografie di familiari da inviare al fronte.
Due giorni più tardi, sempre a mezzo stampa, le famiglie di Roma e Torino, le prime a beneficiare dell'iniziativa, vengono informate anche sulle procedure da espletare per parteciparvi. Il 30 dicembre, sempre nelle stesse due città, si realizzano le prime riprese, estese poi nelle settimane successive a varie altre parti del paese (Firenze, Milano, Napoli, Palermo, Venezia, La Spezia). Durante le riprese i famigliari salutano i figli, i fratelli e i mariti lontani mostrando loro qualche piccolo ricordo della vita in patria o qualche oggetto importante: un fiasco di vino da bere al ritorno, figli nati o cresciuti durante la loro assenza e cartelli con messaggi affettuosi. Tutti gli strati sociali vengono coinvolti con la stessa attenzione. Al fronte, la notizia giunge velocemente, e molte sono le lettere inviate dai soldati ai quotidiani nazionali che testimoniano con quanta ansia queste cinematografie fossero attese. Non mancarono, soprattutto dalla parte dei socialisti, le polemiche: si riteneva infatti che potesse essere doloroso e di nessuna utilità mostrare ai militari impegnati in una guerra tanto dura, la serenità famigliare lontana. Le cine-cartoline ebbero un impatto importantissimo sulla percezione della prima guerra di massa che l'Italia, giovane nazione, affronta in terra straniera.
Immensa cartografia di facce e volti dell'Italia alla fine della Belle époque, le cine-cartoline non ebbero nessun seguito durante le guerre successive. Tutta via possiamo considerarle come le antenate di altre forme di comunicazione tra patria e fronte di guerra, come L'ora del Soldato degli '40 (trasmissione radiofonica che l'Ente Italiano audizioni radiofoniche dedicava alle forze armate ) o i più moderni contatti per mezzo di web cam tra i soldati e le famiglie a casa.
Purtroppo, ad oggi, di questi film, non rimane traccia, tuttavia grazie ad un attento lavoro di ricerca (svolto dall'Università di Tor Vergata) sui quotidiani nazionali, è stato possibile ricostruire con la storia di queste straordinarie lettere animate
Grazie alle notizie ritrovate sulla stampa dell'epoca che riportano traccia dell'intenzione della Cines e dalle altre case cinematografiche di donare tutti i materiali relativi alla guerra di Libia in loro possesso allo Stato maggiore dell'Esercito Italiano, è stato possibile individuare presso il Museo dell'Arma dei bersaglieri di Roma (Porta Pia) una pellicola di 15', colorata (imbibita), relativa alla guerra di Libia, ed in particolare al ruolo dei bersaglieri nell'impresa coloniale. La pellicola fu donato dalla Cines, già in forte rapporto con i militari, al museo nel febbraio/marzo 1912 seguendo l'esempio della Giorgio Films- F.lli Parodi di Genova che aveva donato al Museo, in occasione di una matinée speciale riservata alle reclute dei bersaglieri e tenutasi l'8 gennaio 1912 in occasione del  genetliaco della Regina Elena (presso il cinema Moderno di Roma), una cineattualità dal titolo Sbarco delle salme dei generali A. La Marmora e R. Montevecchio a Genova  (dedicata appunto al rientro in patria della salma del fondatore dell'Arma, il generale Alessandro La Marmora, morto di colera in Crimea e traslato nell'estate del 1911)
Questo piccolo fondo, destinato si disse allora, ad allargarsi con lo scopo di creare un "Museo vivente della storia passata e futura", rimase, pare, fermo a questi due soli titoli. Costituisce, tuttavia, la documentazione di un precocissimo tentativo, pioneristico a livello mondiale di costruzione di una cineteca/museo.
Della necessità di fondare degli "archivi cinematografici della storia", si parlò infatti (non a caso in ambito militare, con discussione che giunse anche in Italia) fino dal 1898, ma nessun azione in tal senso si concretizzò prima della fine della Prima guerra mondiale e le prime cineteche nazionali sorsero solo negli anni Trenta.
Attualmente il film, in ottimo stato di conservazione (fatto rarissimo, perché le copie delle cineattualità del tempo sono quasi tutti distrutti o incompleti), è in restauro grazie ad un'iniziativa promossa dall'Ufficio Storico dello Stato Maggiore (proprietario delle copie), L'Università degli studi di Tor Vergata (autrice del ritrovamento grazie al lavoro del ricercatore Luca Mazzei e alla collaborazione con l'Ufficio storico dello Stato maggiore dell'Esercito) e alla collaborazione fattiva con la Cineteca nazionale (responsabile del restauro).  Il film restaurato sarà pronto già dai giorni immediatamente successivi alla manifestazione.
Nel corso della giornata di studi interverranno: Nicola Labanca (Università degli Studi di Siena), Pierre Sorlin (Université Paris-Sorbonne), Coll. Antonino Zarcone (Capo Ufficio Storico Stato Maggiore Esercito), Ten. Coll. Filippo Cappellano (Ufficio Storico Stato Maggiore Esercito), Marina Formica (Università degli Studi di Roma "Tor Vergata"), Giovanni Spagnoletti (Università degli Studi di Roma "Tor Vergata"), Francesco Piva (Università degli Studi di Roma "Tor Vergata"), Enrico Magrelli (CSC-Cineteca Nazionale),  Cristiano Tinazzi (giornalista freelance),  Lucia Ceci (Università degli Studi di Roma "Tor Vergata"), Elena Degrada (Università degli Studi di Milano), Serena Facci (Università degli Studi di Roma "Tor Vergata"), Sarah Presenti (Università degli Studi di Torino), Giovanni Lasi (Cineteca di Bologna), Luca Mazzei e Sila Berruti (Università degli Studi di Roma "Tor Vergata").

La Repubblica

Libya: UN humanitarian chief warns of impact of fighting on civilians in Sirte

10 October 2011 –

The United Nations humanitarian chief voiced extreme concern today about the impact on civilians of continued fighting in and around the Libyan city of Sirte between forces supporting the interim Government and those loyal to the ousted regime of Muammar al-Qadhafi.

Valerie Amos, Under-Secretary-General for Humanitarian Affairs and UN Emergency Relief Coordinator, issued a statement warning that supplies of drinking water, food and medicines are running low in Sirte, and there is no functioning electricity.

Thousands of people have fled Sirte, the hometown of Colonel Qadhafi, in recent days amid intense fighting in the city. It is one of the few remaining holdouts since the former government fell after months of conflict in the North African country.

“I call on all parties to spare civilians from the effects of hostilities, and to comply with international humanitarian law,” Ms. Amos said.

“The sick and injured must be allowed to seek and receive medical assistance, and both civilians and captured fighters must be treated with respect, regardless of their origin or political affiliation.”

Ms. Amos noted that while aid workers are bringing relief to those who have fled Sirte, heavy fighting prevents them from getting supplies to those still inside the city.

“Life-saving supplies have been pre-positioned in the surrounding areas for delivery as further humanitarian access is established.”

The Emergency Relief Coordinator’s remarks echo those of Georg Charpentier, the deputy head of the UN Support Mission in Libya (UNSMIL), who last week took part in a humanitarian assessment mission that visited both the city of Misrata, which was besieged for weeks during the conflict, and the outskirts of Sirte.

Monday, October 10, 2011

Gaddafi pan-Africa dream tatters in Sirte; TNC: "Who cares about Africans?”

In the heart of the Mediterranean city of Sirte, the Ouagadougou conference centre lies in ruins, the showpiece of Muammar Gaddafi's pan-African dream smashed by Libya's new regime forces.
"Who cares about Africans? We have enough to do dealing with Arabs," shouted one of a group of National Transitional Council (NTC) fighters inside the fortress-like centre, built by Gaddafi to host African summits.
NTC forces on Sunday seized control of the conference centre, a key target since they launched a September 15 offensive on the fallen strongman's hometown.
Four weeks of shelling has largely destroyed the sprawling complex, which groups 10 rectangular buildings covering several acres (hectares) ringed by high iron gates. "No resident of Sirte was allowed to enter here. It was only for foreigners and members of the regime," said an NTC fighter.
The facade of the main building is pierced by shelling and windows are smashed, littering the white marble entrance of the main hall, where part of the metal ceiling has collapsed.
The interior of the landmark centre is in ruins. Benches are shredded by shrapnel, walls pockmarked, furniture is destroyed and the floors flooded with broken glass. Desks and cabinets block the emergency exits, which served as sniper posts for pro- Gaddafi diehards.
On the upper floor, NTC fighters busily searched the drawers in the administration offices as well as the completely empty fridges in the kitchens.
In the cafeteria next door, imitation Louis XVI dining chairs were still perfectly aligned with tables covered by the dust of the bombing.
The glass railing of an escalator has been left miraculously intact. Huge yellow sofas are lined up against the walls of the first floor, the apparent rest area for heads of states. Displayed on every wall, slogans highlight the fight against "colonialism" and the glories of "Arab-African unity."
Down the hall, the conference room where Gaddafi, the self-proclaimed "King of Kings of Africa," brought together his counterparts in the continent is almost burned down.
The circular room is plunged in darkness, amid the smell of burning plastic. "It's all money stolen from the Libyans," said an NTC fighter. "And for what? To satisfy the whims of a madman who forced us to live more than 40 years as slaves."
A meeting room with no windows has escaped almost intact, except for a thick layer of dust on its desks made of expensive wood and a flat-screen television, which caught the attention of fighters.
Outside the entrance, armed men waved the new flags of Libya and Iraq. After seizing the centre, fighters spread throughout the complex, tearing down portraits of the fugitive Gaddafi and the green flags of his fallen 42-year regime.
A day after taking a four-lane avenue into the centre, the NTC forces also seized Sirte's university and its new campus, a huge site where Gaddafi's snipers had been picking them off from unfinished buildings.
Bullets and shells later on Sunday hit the Ouagadougou centre again, but this time from Gaddafi loyalists to the north.  -AFP

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