Thursday, September 8, 2011

Mensagem do Bureau Político por ocasião do Dia Internacional do Jornalista 07/09/2011

O Secretariado do Bureau Político do MPLA endereça, em nome de todos os militantes, simpatizantes e amigos do Partido, as suas mais vivas felicitações a todos os profissionais da Comunicação Social em Angola, pela celebração, dia 08 de Setembro de 2011, do DIA INTERNACIONAL DO JORNALISTA

No actual estágio de desenvolvimento da humanidade e com as transformações e inovações que se têm operado no domínio científico e técnico, o MPLA está consciente de que novos desafios se apresentam à Comunicação Social, pelo que defende a existência de um serviço de difusão massiva, assegurado por entidades públicas e privadas, que promova os valores e o interesse nacional. 

Igualmente, o MPLA considera que se deve promover uma política pragmática, que garanta o florescimento e o desenvolvimento da Comunicação Social, através da realização de investimentos, que aumentem a capacidade técnica e permitam a criação de estabelecimentos próprios para a formação e treinamento de profissionais altamente qualificados.

Neste sentido, o MPLA considera que se deve continuar a promover a criação de estabelecimentos de ensino médio e superior de Comunicação Social, tendo em especial atenção o seu papel técnico, profissional e pedagógico, de interacção privilegiada com os sectores da ciência e tecnologia. 

O MPLA defende as liberdades de expressão e de imprensa e a garantia do direito à informação para todos, como premissas fundamentais para a realização de um jornalismo moderno, participativo e responsável, que respeite a ética e a deontologia profissionais, os direitos fundamentais dos cidadãos e das instituições, a Constituição e a lei. 

Por ocasião desta data, o Secretariado do Bureau Político do MPLA encoraja toda a classe jornalística a pautar pelo tratamento objectivo dos problemas do país e da humanidade, para a preservação dos valores inalienáveis da independência, soberania, democracia, tolerância e unidade nacional.

MPLA – 55 ANOS POR ANGOLA E PELOS ANGOLANOS

PAZ, TRABALHO E LIBERDADE

A LUTA CONTINUA

A VITÓRIA É CERTA.

Luanda, 07 de Setembro de 2011.

O SECRETARIADO DO BUREAU POLÍTICO DO MPLA”

“MENSAGEM DE FELICITAÇÕES AOS JORNALISTAS ANGOLANOS

O Secretariado do Bureau Político do MPLA endereça, em nome de todos os militantes, simpatizantes e amigos do Partido, as suas mais vivas felicitações a todos os profissionais da Comunicação Social em Angola, pela celebração, dia 08 de Setembro de 2011, do DIA INTERNACIONAL DO JORNALISTA

No actual estágio de desenvolvimento da humanidade e com as transformações e inovações que se têm operado no domínio científico e técnico, o MPLA está consciente de que novos desafios se apresentam à Comunicação Social, pelo que defende a existência de um serviço de difusão massiva, assegurado por entidades públicas e privadas, que promova os valores e o interesse nacional. 

Igualmente, o MPLA considera que se deve promover uma política pragmática, que garanta o florescimento e o desenvolvimento da Comunicação Social, através da realização de investimentos, que aumentem a capacidade técnica e permitam a criação de estabelecimentos próprios para a formação e treinamento de profissionais altamente qualificados.

Neste sentido, o MPLA considera que se deve continuar a promover a criação de estabelecimentos de ensino médio e superior de Comunicação Social, tendo em especial atenção o seu papel técnico, profissional e pedagógico, de interacção privilegiada com os sectores da ciência e tecnologia. 

O MPLA defende as liberdades de expressão e de imprensa e a garantia do direito à informação para todos, como premissas fundamentais para a realização de um jornalismo moderno, participativo e responsável, que respeite a ética e a deontologia profissionais, os direitos fundamentais dos cidadãos e das instituições, a Constituição e a lei. 

Por ocasião desta data, o Secretariado do Bureau Político do MPLA encoraja toda a classe jornalística a pautar pelo tratamento objectivo dos problemas do país e da humanidade, para a preservação dos valores inalienáveis da independência, soberania, democracia, tolerância e unidade nacional.

MPLA – 55 ANOS POR ANGOLA E PELOS ANGOLANOS

PAZ, TRABALHO E LIBERDADE

A LUTA CONTINUA

A VITÓRIA É CERTA.

Luanda, 07 de Setembro de 2011.

O SECRETARIADO DO BUREAU POLÍTICO DO MPLA”

Wednesday, September 7, 2011

Grande Curso: Promoção especial: 20% de desconto - rescisão do contrato de trabalho, o absentismo

Promoção especial: 20% de desconto!

Exmo. Sr. ou Sr.ª

Uma grande parte da gestão de recursos humanos passa pela sua componente administrativa. A rescisão do contrato de trabalho, o absentismo e a definição dos bancos de horas são apenas alguns dos aspectos com que os profissionais desta área têm de lidar no seu dia-a-dia profissional. Com o novo acordo elaborado entre o

governo e a Troika, estas são também algumas das questões que têm vindo a sofrer

alterações ao nível legislativo.

Já neste mês de Setembro, terá a oportunidade de actualizar os seus conhecimentos sobre estas temáticas e ficar a par das alterações que o(a) aguardam, como as

novidades ao nível do contrato individual de trabalho, as

alterações à rescisão de contratos e à regulamentação do trabalho, nomeadamente nos bancos de horas.

Sob uma

forte componente prática, venha esclarecer e debater estes temas com o especialista

Dr. Paulo Reis e com outros profissionais da área. Poderá fazê-lo em Lisboa ou Porto!

Contamos com a sua presença!

Rita Garcia
Training Manager
formacao@dashofer.pt1. Indicadores de gestão administrativa de pessoal- O efectivo
- O efectivo habitual
- O efectivo fiscal
- O índicie de rotação de pessoal
- Os índicies de acidentes de trabalho
- O cálculo do ROI
2. O contrato individual de trabalho
- Contrato a termo certo e incerto
- O trabalho temporário
- Prestação de serviços - novidade
- O contrato intermitente - novidade
3. As novas alterações na rescisão de contratos (alterações - memorando Troika)
- Por mútuo acordo
- Despedimento colectivo
- Despedimento por inadaptação
- Processo disciplinar
4. Regulamentação do trabalho
- Banco de horas (alterações - memorando Troika)
- Horários concentrados
- Trabalho por turnos
- O trabalho a tempo parcial
- O trabalho em janelas horárias com plataformas fixas - novidades
- O absentismo
- Ausências justificadas e injustificadas
- A mobilidade geográfica
- A mobilidade funcional
- A transferência de local de trabalho
- As férias - nova forma de cálculo
- O salário: retribuição vs. remuneração
- O complemento da remuneração
- Prémios e gratificações
5. Obrigações - envio de informação (Relatório Único)- Envio trimestral da relação dos contratos à ACT
- Envio anual da relação de trabalho extraordinário à ACT
- Quadros de mapas de pessoal
- Balanço social
- Relatório de formação
- Relatório de HST
6. As obrigações tributárias: relação das empresas com a Segurança Social- Subsídio pré-natal - novidade
- Licença de parentalidade inicial - novidade
- Subsídio de doença
- As novas regras de protecção no desemprego (alterações - memorando Troika)
A formação terá início às 09:30 e encerramento previsto para as 18:00, em ambos os dias.

Dr. Paulo Reis
Licenciado em Ciências Sociais/ Sociologia, pós graduado em Gestão Estratégica de Recursos Humanos pela Universidade Católica. Foi Chefe de Departamento de Pessoal em várias empresas. Foi também Chefe de Departamento de Recursos Humanos no Grupo Sonae, nas empresas INTEGRUM e NOVIS. Actualmente é consultor de várias empresas nas áreas de Gestão Administrativa de Pessoal, Gestão de Tempo, Processamento Salarial e Segurança Social, Gestão de Carreiras, Direito Laboral, entre outras. Autor da publicação "Cálculo e Processamento Salarial".- Dotar os técnicos de recursos humanos das
práticas correctas na gestão administrativa de pessoal, na sua organização e gestão;
- Aprofundar conhecimentos, nomeadamente no foro da legislação laboral e da segurança social, dentro do
actual enquadramento legal;
- Conhecer as boas práticas na desvinculação laboral;
- Conhecer os diversos
tipos de vínculo contratual;
- Conhecer as novas formas de organização do trabalho;
- Conhecer a
parentalidade inicial;
-
Apresentar as principais alterações na relações laborais, resultantes do memorando de entendimento Troika (sobretaxa do subsídio de Natal, nova fórmula de cálculo das indemnizações a liquidar aos trabalhadores, bancos de horas, redução do pagamento do trabalho suplementar, entre outros)- Possibilitar uma melhor
organização da informação na relação com a ACT e outros organismos oficiais.
Porto, 19 e 20 de Setembro de 2011
Hotel Holiday Inn Porto Gaia ****
Rua Diogo Macedo, 220
Lisboa, 29 e 30 de Setembro de 2011
Hotel Lisboa Plaza ****
Tv. do Salitre, 7 (à Av. da Liberdade)
Duração: 14h, em horário laboral

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Monday, September 5, 2011

DECLARACIÓN DEL COMITÉ EJECUTIVO DEL PCPE ANTE LA AGRESIÓN IMPERIALISTA CONTRA LIBIA

Ante la cadena de sucesos que acontecen en la República Árabe Libia con el avance de las fuerzas cipayas de la OTAN hasta la misma Trípoli y los permanentes crímenes de guerra y matanzas indiscriminadas contra la población civil , el Partido Comunista de los Pueblos de España denuncia:

1. El carácter imperialista de la intervención en Libia.

Los supuestos rebeldes, los bombardeos humanitarios de la OTAN, la intervención directa de grupos de élite de los ejércitos de la OTAN vulnerando su resolución 1973 del Consejo de Seguridad de la ONU, la propaganda de guerra distribuida por los medios de masas y el papel legitimador de la intervención de diversos agentes políticos y sociales, forman parte de la misma hoja de ruta del imperialismo destinada a sustituir la República Árabe por un gobierno pro-occidental en la OPEP y en el Mediterráneo que suministre energía muy barata a las decadentes economías imperialistas. En su infinita hipocresía, los gobiernos imperialistas y sus lacayos árabes, no han dudado un instante en vulnerar sus propias resoluciones, facilitando ingentes suministros militares y hasta participando con fuerzas especiales en la guerra.

2. Los crímenes de guerra de la OTAN y sus tropas mercenarias.

Al margen de la propaganda de guerra, y gracias a medios independientes de los grandes monopolios de la información, se ha conocido de innumerables bombardeos de hospitales, escuelas, infraestructuras civiles y zonas residenciales por parte de los ejércitos de la OTAN. Igualmente se ha conocido de las torturas, ejecuciones sumarias, y crímenes raciales y sexuales por parte de las tropas mercenarias de la OTAN, con el único fin de quebrar la resistencia y voluntad de lucha del pueblo libio.

3. El carácter imperialista de las instituciones internacionales y sus leyes.

La ONU y su Consejo de Seguridad, el Tribunal Penal internacional y el cuerpo legal sobre el que se sustenta, sólo sirven a los intereses del imperialismo, justifican sus guerras de saqueo y rapiña y legitiman cualquier crimen, a la vez que proscriben cualquier gobierno o movimiento popular que no se somete a los designios imperiales.

4. El papel de España como cómplice y ejecutor de crímenes de guerra.

El Reino de España es responsable directo de la criminal agresión contra Libia, ha facilitado medios militares, propagandísticos y financieros a la agresión, a la vez que ha manifestado su apoyo político y financiero a los mercenarios libios a cambio de que los monopolios españoles puedan participar en el futuro saqueo de los recursos energéticos del país. Nuevamente, el gobierno español de turno se pone al servicio de la oligarquía, defendiendo sus intereses por encima de cualquier otra consideración.

5. El papel del reformismo y el oportunismo como justificadores de la agresión imperialista.

Desde el mismo inicio de las operaciones militares de la denominada “oposición”, sectores y organizaciones políticas de nuestro país, encuadradas en el reformismo y en posiciones de ultraizquierda, han planteado una posición tibia frente a la estrategia imperialista, cuando no justificadora de la misma. La asunción, por parte de organizaciones que se denominan comunistas o anticapitalistas, de posiciones intermedias más o menos cubiertas de retórica antiimperialista, favorece a las potencias agresoras, las justifica y ayuda a incrementar la confusión entre la clase obrera y los sectores populares.

6. El estado de guerra permanente contra los pueblos al que el imperialismo nos pretende someter.

El capitalismo, en su senil fase imperialista, requiere de la guerra para apropiarse de cuantos recursos necesite, su voracidad no tiene límites y solo puede conducir a la extinción de la humanidad. Después de llevar la muerte a todos los rincones del mundo como Afganistán, Irak, Líbano o Honduras, el imperialismo ataca Libia, y tiene su mirada puesta sobre los pueblos de Siria, Cuba, Irán, Venezuela o Bolivia. Es una guerra global y total contra los pueblos.

Ante esto, el PCPE no puede tener otra posición que su frontal oposición a toda forma de intervención y guerra que tenga como objetivo someter y expoliar a los pueblos, por ello el PCPE manifiesta:

1. Que ni el alzamiento militar contra el Gobierno Libio, ni cualquier régimen que surja de este acto de guerra, tiene ninguna legitimidad, en ningún caso responde a los intereses ni voluntad del pueblo libio, solo corresponde a los intereses del imperialismo de los EEUU y la UE.

2. Reiteramos nuestro compromiso en defensa de los pueblos. Nuestra oposición a cualquier acto de guerra de saqueo e injerencia, más aún si las agresiones se dirigen contra aquellos pueblos que se mantienen firmes en defensa de su independencia, no es una simple manifestación formal, sino que se basa en los principios del internacionalismo proletario.

3. Llamamos al conjunto de fuerzas antiimperialistas del mundo a aumentar los esfuerzos para la construcción de un Frente Mundial Antiimperialista, en defensa de la humanidad, por la paz y el progreso.

4. Es imprescindible hoy para los pueblos de Europa coordinar y multiplicar las luchas contra la OTAN. La coordinación de los Partidos Comunistas y Obreros en Europa es un paso fundamental para la articulación de una respuesta contundente que nos permita superar la UE y la OTAN, estructuras creadas solo para defender los intereses del capitalismo.

5. El PCPE reitera que hoy no caben posiciones ambiguas, sólo desde la frontal oposición al imperialismo, a sus estructuras políticas y militares, solo desde la frontal oposición a las políticas guerreristas del imperialismo, podremos superar el capitalismo. Ni la OTAN ni la UE son reformables, ni el capitalismo es humanizable.

Hoy se está escribiendo una nueva página de la infamia del capitalismo, quienes alientan, apoyan o excusan la barbarie deberán responder ante sus pueblos. Mañana los misiles pueden caer sobre Damasco, Caracas o Teherán, solo la acción decidida, la movilización permanente por la paz, contra el imperialismo y el capitalismo detendrá la barbarie.

¡Contra la barbarie y la guerra, por la paz y el progreso!

¡Ni OTAN ni UE, avancemos hacia el Socialismo!

Madrid, 1 de septiembre de 2011

War in Libya: Black Genocide in Libya! - Humanitarian Bombardment of Libya NATO Crimes In Libya

Angola Xyami - Fórum de Informação e Reflexão

Neocolonialism 2011: Black Genocide in Libya! - Special Report http://t.co/InPE73lvia @youtube #Sarkozy #Obama #Cameron #Warcrimes #NATO

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